O cenário das eleições de 2026 no Paraná foi definido após o encerramento das convenções partidárias, realizado na quarta-feira (5). As reuniões oficializaram os nomes que disputarão o Governo do Estado e as duas vagas paranaenses no Senado Federal, encerrando a fase de escolhas internas dos partidos.
A partir de agora, as legendas deverão encaminhar os pedidos de registro das candidaturas à Justiça Eleitoral. O prazo termina em 15 de agosto e somente após a análise dos processos os registros poderão ser deferidos ou indeferidos.
Quem disputará o Governo do Paraná
Oito candidatos tiveram seus nomes homologados para a corrida ao Palácio Iguaçu:
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Adriano Teixeira (PCO)
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Alexandre Salomão (Mobiliza)
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Luiz França (Missão)
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Requião Filho (PDT)
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Samuel de Mattos (PSTU)
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Sandro Alex (PSD)
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Sergio Moro (PL)
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Tayná Miessa (UP)
Entre as chapas homologadas, Sandro Alex terá Rafael Greca (MDB) como candidato a vice-governador. Sergio Moro concorrerá ao lado do empresário Edson Vasconcelos (PL), enquanto Requião Filho formará chapa com Michele Caputo (Solidariedade).
Luiz França terá João Adolfo como vice. Samuel de Mattos disputará a eleição ao lado de Helena Figueiredo. Alexandre Salomão terá Daiana Criminácio como vice, e Tayná Miessa e Adriano Teixeira também tiveram suas candidaturas homologadas por seus respectivos partidos.
Disputa pelas vagas no Senado
As convenções também confirmaram nove candidatos para concorrer às duas cadeiras que o Paraná renovará no Senado Federal:
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Alex Sandro (Mobiliza)
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Alexandre Curi (Republicanos)
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Cristina Graeml (PSD)
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Deltan Dallagnol (Novo)
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Dr. Rosinha (PT)
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Filipe Barros (PL)
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Gleisi Hoffmann (PT)
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Joaquim Maciel (UP)
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Karen Guerreiro (Missão)
A candidatura de Deltan Dallagnol ainda passará pela análise da Justiça Eleitoral durante o processo de registro. O candidato é alvo de pedido de impugnação, que será apreciado conforme os procedimentos previstos na legislação eleitoral.
Com o encerramento das convenções, começa a etapa de registro das candidaturas. Os partidos e federações têm até 15 de agosto para protocolar a documentação na Justiça Eleitoral.
Após a análise dos pedidos, a Justiça decidirá pelo deferimento ou indeferimento de cada candidatura. Somente depois dessa fase os candidatos estarão oficialmente aptos a disputar as eleições, observadas as decisões da Justiça Eleitoral.



