Desfecho judicial em Três Graças emociona ao reduzir pena de Gerluce, evidenciar uso do dinheiro roubado para socorrer vítimas e provocar cenas de comoção pública
O veredito final provoca forte comoção em Três Graças, com Gerluce e os demais acusados abraçando-se em lágrimas no tribunal, enquanto apoiadores comemoram a liberdade conquistada após a decisão.
A reta final ganha duas incorporações do elenco, Ana Beatriz Nogueira como a juíza que conduz o processo e Leopoldo Pacheco como promotor, a sequência está prevista para ir ao ar na última semana da novela.
Zenilda mostra que o montante desviado foi empregado para socorrer pessoas afetadas pelos remédios adulterados, Gerluce relata ter buscado autoridades antes de sofrer intimidações, conforme informação divulgada pelo jornal O Globo.
O julgamento e as punições
A magistrada reconhece a culpa da mãe de Joélly, mesmo assim substitui a pena de prisão por medidas alternativas como trabalho voluntário e participação em ações educativas voltadas à saúde pública, conforme a trama.
O papel de Zenilda e a denúncia
No tribunal, Zenilda, vivida por Andréia Horta, tem papel determinante ao demonstrar que o dinheiro roubado foi usado para amparar vítimas dos remédios falsos produzidos por Ferette, personagem de Murilo Benício.
Entradas no elenco
A juíza passa a julgar a protagonista e seus cúmplices no roubo da estátua, entre eles Joaquim (Marcos Palmeira), Viviane (Gabriela Loran), Júnior (Guthierry Sotero) e Misael (Belo), com o promotor interpretado por Leopoldo Pacheco tentando provar o esquema.
Cena final e repercussão
O desfecho emociona o público, os acusados choram abraçados dentro do tribunal, do lado de fora Gerluce faz um pronunciamento e Zenilda ressalta que a Justiça considerou as circunstâncias ao aplicar punição mais branda, apoiadores celebram.





