Secretário rebate críticas e defende afastamento de guardas municipais após abordagem no Centro de Curitiba

Foto: Divulgação
Em vídeo encaminhado a grupos de segurança pública, o secretário de Defesa Social e Trânsito, Rafael Vianna, rebateu as críticas feitas ao afastamento de dois guardas municipais que fizeram a prisão de um traficante de drogas no centro de Curitiba.

Para Vianna, o afastamento se explica pela dinâmica da ocorrência. “Quando você aborda alguém e manda essa pessoa para a parede, isso já é uma ocorrência policial. Isso significa que você tem de ter responsabilidade. Quando um paisano chega, faz uma ‘piadinha’, toma conta da ocorrência com o abordado e interfere na situação, ele contamina a cadeia de custódia, a cena do crime, coloca em risco a investigação, os agentes, a população e a própria pessoa que está interferindo na atuação policial. Foi um despreparo de todos os envolvidos. O que aconteceu foi um despreparo completo.”

Vianna também relembrou sua atuação como policial civil atuando no comando de diversas delegacias importantes. “Eu sou policial. Fui delegado titular da Furtos e Roubos, fui delegado titular da Furtos e Roubos de Cargas, delegado da Homicídios e titular do Alto Maracanã. Por isso eu digo. Policial nenhum deixa que um terceiro, um não policial, um paisano, tome conta da ocorrência e coloque todos em risco. Se eventualmente o abordado reage, tenta tomar a arma do policial, coloca em risco toda a população. Portanto, esses policiais precisam de requalificação sim”, disse.

O secretário também destacou que o trabalho da Guarda Municipal em Curitiba é tratado como um trabalho policial e precisa seguir padrões de conduta. “A seriedade da atividade policial não permite vídeo de internet nem busca por ‘lacração’. O trabalho é policial e a ocorrência é policial. Terceiros não pode

 

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