Requião Filho busca ampliar diálogo com eleitores de centro na reta final no Paraná

Foto: Divulgação

Requião Filho (PDT) tem reforçado posições próprias na reta final da disputa pelo Governo do Paraná, enquanto sua campanha busca dialogar com eleitores de diferentes perfis políticos.

Reportagem publicada pela revista Veja apontou que a campanha procura mostrar que o candidato mantém posições independentes em relação aos partidos que integram sua coligação, formada majoritariamente por siglas do campo progressista.

Entre os temas econômicos, Requião Filho defende a manutenção do salário mínimo regional, a redução da carga tributária para micro e pequenas empresas e se posiciona contra a privatização da Copel.

Na segurança pública, o candidato já declarou publicamente ser favorável à posse e ao porte de armas. Durante sabatinas realizadas ao longo da campanha, também afirmou possuir porte de arma e mencionou uma tradição familiar ligada ao colecionismo.

Outro ponto defendido por Requião Filho é a adoção de mecanismos que garantam um voto auditável, com possibilidade de conferência e verificação do processo eleitoral.

Segundo a Veja, nos bastidores políticos existe a avaliação de que essas posições podem ampliar o diálogo do candidato com eleitores de centro e de direita. A publicação também relaciona esse movimento a uma tentativa de diferenciar a candidatura de pautas nacionais associadas à esquerda. Essa interpretação, porém, é apresentada como leitura do cenário político e não como uma declaração de rompimento feita por Requião Filho.

A campanha afirma que a aliança eleitoral foi construída a partir de pontos comuns para o Paraná e que a participação dos partidos não significa concordância absoluta em todos os temas.

Na reta final antes do primeiro turno, Requião Filho segue apresentando propostas estaduais e posicionamentos próprios dentro da coligação que sustenta sua candidatura.

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