O secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, afirmou nesta segunda-feira que pretende disputar o Governo do Paraná e que não quer ser candidato a vice-governador. A declaração ocorre após a repercussão de um vídeo anterior em que ele dizia que aceitaria ser vice de Alexandre Curi em uma eventual chapa ao Palácio Iguaçu.
Em novo vídeo publicado nas redes sociais, Greca negou que tenha interesse em compor como vice e afirmou que houve interpretações equivocadas sobre suas declarações. Segundo ele, comentários e especulações passaram a circular nos bastidores políticos após a divulgação da primeira gravação.
Na manifestação mais recente, Greca declarou: “Ao contrário do que andaram dizendo aí, Curitiba está muito fofoqueira agora, dizendo que eu quero ser vice do Guto Silva ou vice do Alexandre Curi. Eu não quero ser vice de ninguém, na verdade, quero ser candidato a governador”.
O secretário também afirmou que a definição sobre a candidatura depende do cenário político e da vontade do eleitorado. “Agora, isso vai depender também do povo. É o povo que vai dizer se eu devo ser o cabeça de chapa. É uma questão também de humildade”, afirmou.
Ainda na gravação, Greca utilizou expressões populares para reforçar que o cenário político ainda está em construção e depende das articulações partidárias e do andamento do processo eleitoral. Ele sinalizou que pretende aguardar as definições políticas antes de consolidar qualquer movimento.
Nos bastidores, conforme já havia sido apontado em análises políticas recentes, o PSD ainda avalia diferentes nomes para a disputa ao Governo do Paraná. Alexandre Curi e Guto Silva seguem entre os nomes citados dentro das articulações partidárias, enquanto Greca mantém o discurso de que pretende disputar o cargo majoritário.
O novo posicionamento de Greca ocorre em meio ao início das movimentações de pré-campanha e às discussões internas dos partidos sobre formação de chapas e alianças. O cenário deve seguir indefinido nos próximos meses, até o avanço das negociações políticas e partidárias para a eleição estadual.




