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Queimaduras por águas-vivas e caravelas somam 17.634 casos no Litoral do Paraná

Ultima atualização: 29 de janeiro de 2025 17:59
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2 Min de leitura
Foto: Roberto Dziura Jr/AEN
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Entre 14 de dezembro de 2024 e 28 de janeiro de 2025, o litoral do Paraná registrou 17.634 atendimentos de queimaduras causadas por águas-vivas e caravelas. O alto número de casos levanta um alerta para banhistas e reforça a importância de medidas preventivas.

As águas-vivas e caravelas pertencem ao grupo dos cnidários, que inclui também anêmonas e corais. Esses animais possuem estruturas urticantes nos tentáculos, utilizadas tanto para defesa quanto para captura de presas. Embora compartilhem características semelhantes, as águas-vivas são organismos individuais, enquanto as caravelas são colônias de pólipos. Algumas espécies da Classe Cubozoa, como as vespas-marinhas, são extremamente venenosas e podem ser fatais.

O contato com os tentáculos desses animais pode causar dor intensa e ardência imediata, sintomas que podem durar de 30 minutos a 24 horas. Além disso, a pele pode apresentar placas e lesões lineares que, em casos mais graves, evoluem para necrose e formação de bolhas. Em situações mais severas, especialmente em crianças ou pessoas expostas a grandes quantidades de toxinas, os efeitos podem ser sistêmicos, levando a náuseas, vômitos, febre, arritmias cardíacas e espasmos musculares.

Para evitar acidentes, especialistas recomendam precauções básicas, como evitar áreas com incidência desses animais e consultar guarda-vidas sobre a presença de águas-vivas e caravelas no local. Alguns estados utilizam uma bandeira lilás para indicar a presença desses organismos no mar.

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Outras medidas incluem:

  • Evitar tocar nesses animais, mesmo quando aparentam estar mortos.
  • Usar calçados ao caminhar na praia para evitar contato com tentáculos dispersos na areia.
  • Durante a prática de mergulho, utilizar roupas que cubram a maior parte possível do corpo.
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