Dois policiais militares que atuavam no Litoral do Paraná foram presos na manhã desta segunda-feira (29) durante a Operação Hubris, deflagrada pelo Núcleo de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná.
As prisões preventivas foram cumpridas em Pontal do Paraná por determinação da Vara da Auditoria da Justiça Militar. A ação contou com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.
A investigação apura a suposta participação dos policiais em crimes como extorsão, tortura, sequestro e outras infrações. Segundo o Ministério Público, as prisões são resultado do avanço das apurações iniciadas na Operação Sanctus, realizada em 28 de janeiro deste ano, quando os investigados já haviam sido alvo de mandados de busca domiciliar.
Durante o andamento das investigações, o Gaeco afirma ter reunido provas de episódios de tortura que teriam sido praticados pelos policiais em uma casa de veraneio e também na sede da 5ª Companhia da Polícia Militar, em Pontal do Paraná. Os elementos reunidos embasaram o pedido de prisão preventiva dos investigados.
Com a deflagração da Operação Hubris, as investigações prosseguem para apurar todas as circunstâncias e possíveis responsabilidades relacionadas aos crimes investigados.





