A virada do ano levou centenas de pessoas ao Parque Barigui, em Curitiba, repetindo um movimento que se observa há vários anos na capital. Vídeos publicados nas redes sociais e que rapidamente viralizaram mostram o parque cheio na noite do Réveillon, com famílias, grupos de amigos e casais espalhados pelas áreas abertas, muitos deles aguardando uma possível queima de fogos para marcar a chegada do novo ano.
As imagens compartilhadas na internet revelam pessoas olhando para o céu, caminhando pelo parque e tentando identificar de onde viriam os fogos. No entanto, o que se viu foram apenas registros pontuais e distantes, sem qualquer espetáculo organizado. Em alguns vídeos, pequenos fogos aparecem ao longe, disparados de forma isolada, sem sincronia ou estrutura, o que contrastou com a expectativa de parte do público que escolheu o Barigui como local para a virada.
A situação ocorre em um contexto já conhecido. Não houve programação oficial de Réveillon no Parque Barigui, conforme o calendário divulgado pela Prefeitura de Curitiba. Mesmo assim, o parque voltou a ser procurado por quem acreditava que poderia acompanhar fogos de artifício no local, o que acabou não se confirmando.
Os vídeos que circularam nas redes sociais reforçam esse cenário. Em diversas gravações, é possível ouvir comentários de surpresa e decepção ao perceber que não haveria show pirotécnico. Em outras, o público aparece apenas observando fogos distantes, sem conseguir identificar a origem, deixando claro que não se tratava de uma queima organizada no parque.
Apesar da grande movimentação, não houve registro de eventos públicos estruturados no Barigui para a virada do ano. As únicas atividades na região estavam relacionadas a iniciativas privadas, sem ligação com ações oficiais do município e sem promessa de fogos de artifício.
A repetição desse cenário, agora amplamente registrada e compartilhada nas redes sociais, evidencia a importância de acompanhar informações oficiais antes de escolher o local para passar o Réveillon. Embora o Parque Barigui siga sendo um ponto de encontro tradicional na noite da virada, a ausência de programação pública e de fogos organizados continua marcando a experiência de quem vai ao local esperando um espetáculo que não faz parte da agenda oficial da cidade.
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