No BBB 26, Milena enfrenta ceticismo sobre sua condição de saúde e solicita divulgação de documentos médicos para provar diagnóstico real
Durante uma crise visível no jogo, Milena teve seu quadro de ansiedade contestado por Jonas Sulzbach, o que acabou gerando um debate intenso entre eles e repercussão na casa.
Sentindo-se atacada e desrespeitada, a participante decidiu que sua equipe deve liberar laudos médicos para esclarecer a autenticidade de seu tratamento.
Essas informações foram detalhadas em conversa no Sincerão do episódio de segunda-feira, 23, conforme relatado pelo g1.
Reação e disputa no jogo
Milena qualificou Jonas como o “chato de galocha” ao lembrar da discussão, ressaltando que sua condição é legítima e não imaginária. Ela destacou que desde a infância recebe acompanhamento para controlar seu jeito explosivo e que o tratamento é contínuo.
Por sua vez, Jonas minimizou a questão, reforçando que não tem obrigação de identificar crises em outros participantes e manifestou dúvidas sobre a repercussão do assunto apenas agora, após 70 dias.
Apoio e relatos de testemunhas
Ana Paula, outra confinada, detalhou os episódios, confirmando que Milena estava claramente passando por uma crise severa e criticou a postura de Jonas, que teria reagido com deboche diante da situação.
No quarto, Ana Paula reafirmou o apoio à colega, destacando que as pessoas não deveriam duvidar do que ela viveu dentro da casa.
Confissões de Milena e dificuldades emocionais
Em sua participação no Raio-X de 30 de janeiro, Milena reconheceu sua dificuldade em controlar emoções intensas como raiva, tristeza e felicidade, explicando que esteve tentando desenvolver estratégias para se conter, o que nem sempre surtiu efeito na convivência.
Ela também mencionou a vontade de desistir do jogo em algum momento e expressou gratidão por receber compreensão do público.
Esclarecimento da equipe e combate à psicofobia
A equipe de Milena emitiu comunicado esclarecendo que a jogadora não é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), desmentindo rumores e apontando que tais comentários são psicofóbicos e inapropriados.
O posicionamento destaca também que diagnósticos precisam ser feitos por equipes especializadas em ambiente adequado e reforça a necessidade de respeito, lembrando que psicofobia é crime, conforme divulgado pelo g1.




