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Laboratório de Africanidades leva a tradição da Percussão Mandengue para universidade no Paraná

O Ponto de Cultura Coletivo Dunyaben, composto por pesquisadores e arte-educadores, dá continuidade ao importante projeto de difusão e valorização das culturas africanas em Curitiba. Classes de dança e percussão acontecem gratuitamente e aberto à toda a comunidade

Felipe Almeida
Ultima atualização: 3 de julho de 2025 17:40
Felipe Almeida
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4 Min de leitura
Classes de dança e percussão acontecem gratuitamente e aberto à toda a comunidade (Créd. Coletivo Dunyaben)
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Curitiba é considerada a capital com a maior população preta da região Sul do Brasil, conforme apontado no Censo de 2022, com aproximadamente 25% dos habitantes se declarando preta ou parda, em que muitos apontam suas ancestralidades e raízes em países e regiões do continente africano. A imigração africana também tem crescido na capital paranaense em comparação com outras capitais brasileiras, que trazem consigo diversidade cultural e novas oportunidades para a cidade.

Dentro deste cenário, promovendo uma representação positiva e atual do continente africano, valorizando a diversidade cultural de seus povos, etnias e fomentando a disseminação das artes, da cultura e das epistemologias africanas tradicionais em Curitiba, o Ponto de Cultura Coletivo Dunyaben, composto por pesquisadores e arte-educadores, dá continuidade a um importante projeto de difusão e valorização das culturas africanas em Curitiba. Por meio do Laboratório de Africanidades Mandengues, iniciativa gratuita e aberta ao público, o grupo promove semanalmente estudos teóricos e práticos sobre a cultura tradicional da Guiné-Conacri, país do Oeste Africano com forte legado nas expressões da dança, percussão e oralidade.

O projeto tem como objetivo geral possibilitar que o Coletivo Dunyaben siga sendo, além de um espaço de pesquisa, uma base genuína de formação em saberes africanos compartilhados diretamente da fonte — por mestres e mestras detentores desses conhecimentos —, voltada à capacitação de percussionistas, dançarinos, arte-educadores e educadores sociais que atuam com arte e cultura de matriz africana. Coordenado pela pesquisadora e multiartista Cila Rocha, com a atuação do mestre guineano Djanko Camara, que rege as classes de dança e percussão, os encontros acontecem gratuitamente e aberto à toda a comunidade, sempre às quartas e quintas-feiras, das 19h às 22h, na Faculdade de Artes do Paraná – UNESPAR – Campus II/FAP (Rua dos Funcionários, 1357 – Cabral).

“O projeto prevê a atuação contínua de mestres africanos, que ministrarão vivências interculturais por meio de aulas intensivas, palestras e imersões. Esta presença reafirma a importância de transmitir o conhecimento a partir de quem o carrega em sua vivência e ancestralidade, promovendo uma educação enraizada na justiça epistêmica e na valorização de saberes plurais”, explica a coordenadora do Laboratório de Africanidades do Coletivo Dunyaben, Cila Rocha.

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Além disso, o laboratório amplia o acesso da população a mestres e referências africanas residentes no Brasil, fortalecendo o empreendedorismo étnico-racial de artistas africanos e sensibilizando o público quanto à importância do protagonismo de mestres e artistas africanos em espaços de decisão e visibilidade. “Estimular o intercâmbio sociocultural entre a África e o Brasil, por meio de vivências inter e multiculturais, é uma responsabilidade primordial nos dias de hoje, pois incentiva reflexões sobre a equidade étnico-racial e o respeito à diversidade social e cultural em Curitiba e em todo o Paraná”, finaliza a coordenadora, Cila Rocha.

O Laboratório de Africanidades Mandengues é realizado pelo Ponto de Cultura do Coletivo Dunyaben, com apoio do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Africanidades e do Centro de Educação em Direitos Humanos da Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, com incentivo do Instituto de Oncologia do Paraná – IOP, em projeto realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. Mais informações por meio das redes sociais oficiais, pelo Facebook.com/coletivodunyaben e pelo Instagram @dunyabe_

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