Um episódio trágico marcou o fim de semana do triatlo paranaense. Sérgio Ferreira, de 45 anos, perdeu a vida no domingo (8) enquanto participava do Ironman 70.3 Curitiba, deixando um rastro de comoção entre atletas e organizadores do esporte no Brasil.
Empresário do setor de eventos e apreciador das chamadas provas de endurance, Sérgio construiu ao longo dos anos uma trajetória dedicada ao esporte. Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, ele acumulava passagens por ao menos seis competições da franquia Ironman, o que revelava não apenas experiência, mas também comprometimento com uma das modalidades mais exigentes do esporte amador.
Durante o segmento de ciclismo da prova, ele entrou em colapso. Socorristas presentes no percurso agiram com rapidez, iniciando os procedimentos de emergência no próprio local da competição antes de encaminhá-lo ao Hospital Municipal de Araucária, município da Região Metropolitana de Curitiba. Apesar dos esforços da equipe médica, o atleta não sobreviveu.
Sérgio deixa companheira e um filho de dois anos. A tragédia acende um debate recorrente no universo das provas de longa distância: a necessidade de protocolos cada vez mais rigorosos de triagem cardiovascular para atletas amadores que se submetem a esforços físicos extremos.




