A morte de Caio Líbero Batistela, de 35 anos, após a queda de uma cachoeira com cerca de 40 metros de altura, no Parque São Jorge, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, gerou questionamentos por parte da família sobre as circunstâncias do acidente ocorrido no último sábado (21).
Inicialmente, a informação divulgada por equipes de resgate indicava que o turista teria escorregado enquanto tentava tirar uma foto. No entanto, segundo informações repassadas por Luiza Cerbaro, amiga da família que acompanha o caso, Caio não estava utilizando celular no momento da queda. De acordo com ela, o contador estava acompanhado da namorada e de um casal de amigos, e nenhum deles manuseava aparelho telefônico quando o acidente aconteceu.
Conforme a versão apresentada à família pelas pessoas que estavam no local, chovia de forma leve no momento, o que teria deixado as pedras escorregadias. Caio usava chinelos e acabou deslizando sobre a superfície molhada até a borda da cachoeira. Ele não conseguiu se segurar e caiu. A informação de que ele estaria tirando uma foto foi classificada pela representante da família como especulação.
O caso ocorreu em uma área conhecida pela beleza natural e pela presença de visitantes. Caio trabalhava como contador e estava na região a passeio. As circunstâncias do acidente seguem sendo esclarecidas pelas autoridades.
A contestação da família busca corrigir a versão inicial divulgada sobre o episódio, enquanto o caso permanece sob apuração oficial.




