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Eleita conselheira tutelar de Curitiba faz vídeo de comemoração pedindo a liberdade de Lula

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As eleições para o Conselho Tutelar foram suspensas em Curitiba e em mais duas cidades da região metropolitana e do Litoral. Em Curitiba, a votação transcorreu neste domingo (6), mas acabou cancelada devido a problemas nas urnas.

É evidente que esse problema não deveria ter ocorrido, aliás candidatos e eleitores dedicaram seus tempos, esperanças para a ocupação do tão importante cargo de Conselheiro Tutelar.

A função do conselheiro é séria e honrosa. É ele o Guardião e a voz do indefeso. Zela pelo cumprimento do ECA, atende e aconselha crianças e adolescente, pais ou responsáveis, podendo até mesmo, dentre casos mais severos, requerer a perda ou destituição da guarda do filho. Além disso, podem requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança, dentre outras atribuições.

Posto isso, conclui-se que o cargo é de extrema importância, relevância e responsabilidade. Seria uma grande insensatez e extremamente temerário entregar um cargo público com funções tão delicadas e que lidem diretamente com o bem-estar dos incapazes, para pessoas despreparadas.

Digo isso, pois tem causado indignação um vídeo que circula nas redes sociais. Nele, é possível ver a senhora Aline Castro, da regional Boa Vista, comemorar provisoriamente sua vitória. De forma totalmente deslumbrada e extasiada, parece comemorar a vitória de um objetivo político esquerdista. Pede a liberdade de Lula (“Lula Livre”). Urra palavras de ódio, injuriando seus “inimigos” com palavrões e ofensas.

Aliás, qualquer oportunidade é palanque para discurso político esquerdista. Enfim, todas as suas atitudes soam totalmente deslocadas daquilo que ela realmente deveria comemorar, ficando evidente o verdadeiro lado radical do seu movimento.

Interessante observar que o real motivo da sua eleição é a proteção da criança e do adolescente. Em nenhum momento do vídeo ela cita qualquer pauta que pretende adotar, ou declama uma simples palava de afeto às crianças que deveria defender.

Na verdade, Aline pretendeu esse cargo porque é carreirista, militante esquerdista, que sempre pensam nos fins justificando os meios, nem que para isso tenha que assumir uma função totalmente incompatível com sua atribuição.

Evidente que a militante petista procurará trasnsformar de todas as formas o Conselho Tutelar como um possível Cômite do PT.

Ora, quem na sociedade confia o aconselhamento e atendimento de nossas crianças para uma pessoa que diz: “Aeeee, Lula Livre, ceis tão fudido . Nós somos boas de briga seus caralho, ceis tão fudido.”

Confira abaixo o infame vídeo de Aline Castro.

Obviamente que as eleições não deveriam ter sido canceladas. Os problemas operacionais ocorridos frustram, candidatos, eleitorado e a democracia.

Mas como em tudo que ocorre se pode extrair um ponto positivo, o cancelamento dessa eleição já tira de escanteio a senhora Aline Castro, pois dificilmente, depois dos eleitores verem esse vídeo ou mesmo esse texto, votarão em alguém militante, despreparada e inconsequente.

Porém, há um outro lado da moeda, pois bons candidatos, que realmente querem ser dignos de seu cargo e batalhar pela causa em que foram atribuídos, acabaram sendo prejudicados com o cancelamento das eleições. Um desses casos foi o de Thiago Castro Goes, 26 anos, criado na Vila Verde no CIC, eleito com 318 votos.

Thiago é um jovem estudante de direito (Universidade Positivo), atuou como membro do movimento estudantil Centro Estudantil Ubaldino do Amaral, na administração pública tem experiência por ter ocupado cargo na Assessoria Especial de Juventude. Sua conduta na vida privada e no trabalho é ilibada. É o legítimo bom cidadão. Preparado para o cargo por convicções íntimas (e não políticas) de ser o guardião dos menores e dos desprotegidos. Conta com experiência na área e sempre demonstrou ser um defensor da família e da moralidade.
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A lição que os eleitores devem ter com todo esse episódio é sempre conhecer e confiar na pessoa que votará. Temos que entender que os ocupantes de cargos públicos são nossos representantes nas comunidades, além de trabalharem em prol da coletividade. É necessário que saibamos votar com responsabilidade e livrar a população de militantes histéricos, que destilam ódio e desrespeitam o povo e o próprio Conselho Tutelar.

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