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Economia de energia: especialista dá dicas para quem quer gastar menos

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Geladeira, forno elétrico, lava-roupas, secadora, chuveiro, televisão, aquecedor, micro-ondas, ar-condicionado… A quantidade de eletrodomésticos existentes dentro de casa é grande e os gastos costumam seguir a mesma proporção. Ainda bem que é possível evitar desperdícios e economizar energia com algumas mudanças simples de hábito.

Controlar as contas da família e poupar dinheiro no final do mês são apenas alguns dos motivos para você aprender a economizar energia. Afinal, o consumo consciente é também essencial para um desenvolvimento sustentável, reduzindo os impactos à natureza. Mas como fazer isso? O técnico eletricista Edson Wernek Hackl, parceiro Triider (www.triider.com.br), explica que com algumas pequenas adaptações e mudanças no consumo diário é possível alcançar resultados bem interessantes na hora de pagar a conta de luz.

Para começar, é importante conhecer os principais aparelhos que consomem energia em uma residência. “Com base nas estatísticas da COPEL, o chuveiro elétrico, ar-condicionado, lâmpadas incandescentes (já quase extintas), geladeira, máquina de lavar roupa e ferro elétrico são os principais consumidores de energia dentro de casa. De um modo geral, todos os equipamentos que geram calor são os ‘vilões’ no consumo de energia”, comenta Wernek. “Ao comprar esses equipamentos, a etiqueta Nacional de Conservação Energética do Inmetro deve servir como referência”, complementa.

As etiquetas foram criadas para informar ao consumidor a classificação do aparelho como mais eficientes (A), que economizam mais energia, ou menos eficientes (B, C, D, E e, em alguns casos, F ou G), que gastam mais. “Se o eletrodoméstico com selo A estiver mais caro, não se preocupe, pois o retorno virá a partir do momento em que você economizar na sua conta luz”, afirma o especialista. É importante lembrar que a vida útil do aparelho também está diretamente relacionada ao seu gasto energético. Geralmente, a eficiência desses produtos é de cerca de 10 anos.

Além do selo do Inmetro, o profissional aponta a existência da ENCE (Etiqueta Nacional de Conservação Energética), que informa em kWh/mês o consumo médio de cada produto, o que permite uma comparação mais detalhada. Essa etiqueta já pode ser encontrada nos mais diversos tipos de eletrodomésticos, como nos ventiladores e nas lâmpadas. Além de conhecer o funcionamento dos equipamentos e saber quais mais consomem energia, é preciso ficar atento com o sistema de bandeiras tarifárias. “Dependendo do mês, a bandeira vermelha serve de alerta para o consumidor em relação ao custo do serviço, que, nesse período, tem uma tarifa mais cara”, explica Wernek.

Para melhores resultados, Wernek lembra que é necessário contar com a participação e empenho dos demais moradores da residência. Todos podem ajudar desconectando da tomada equipamentos que não estão sendo mais utilizados, como carregadores de celular e aparelhos de DVD, e tomando banhos rápidos. Outra boa solução para quem quer economizar energia em casa é aproveitar a luz solar por mais tempo. Desse modo, utilizar cores claras nas paredes é fundamental para isso. “Além de manter o ambiente mais iluminado. Cor branca nas paredes, por exemplo, retém menos calor, o que colabora com o uso menos frequente de ventiladores e ar-condicionado”, aponta o especialista.

“Portas e janelas de vidro também são uma ótima opção para auxiliar no melhor aproveitamento da luz solar”, detalha. Além do cuidado com a luz natural, também é possível economizar utilizando as lâmpadas certas. “Apesar de custarem um pouco mais que as comuns, as lâmpadas LED, são bem mais duráveis, eficientes e econômicas”, completa Wernek.

 

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