Internautas investigam possível favorecimento a Cowboy na maior competição do BBB 26, gerando debates e suspeitas sobre a realização das provas e benefícios
A sequência de vitórias do participante Alberto Cowboy tem provocado reações intensas entre o público do BBB 26. Ele conquistou a Prova do Líder pela quarta vez na temporada, sendo três vezes seguidas, e isso gerou acusações de manipulação contra a direção, principalmente envolvendo Rodrigo Dourado.
Além da conquista, vazamentos de áudio durante o treinamento da prova reacenderam as dúvidas sobre a legitimidade da disputa. Os barulhos sugerem que Cowboy teria recebido informações privilegiadas para garantir a vantagem. A insatisfação em plataformas sociais foi imediata e crítica à transparência do reality show.
Além dos episódios das provas, outro ponto destacado pelos telespectadores foi o tratamento desigual em relação à alimentação. Enquanto o grupo VIP teve acesso especial a alimentos e bebidas, o restante da casa, na Xepa, ficou restrito à oferta básica da produção, reforçando o debate sobre privilégios dentro da casa, conforme informação divulgada pelo g1.
Áudio e reações apontam manipulação das provas
Antes de iniciar uma das etapas decisivas da Prova do Líder, um áudio de alguém da produção mencionando a expressão “facilitar a prova” vazou e rapidamente viralizou. Os internautas interpretaram como um indicativo de que essa ajuda era destinada ao CowBoy, alimentando a desconfiança sobre os resultados finais de mais essa vitória.
Comentários nas redes sociais reprovam o que chamam de comportamento “descarado” da equipe técnica e acusam os organizadores de favorecer o veterano em benefício de sua permanência no programa. A sensação de parcialidade ganha força com cada episódio e resultado.
Dupla jornada: prêmios em disputa e favorecimento visualizado
No mesmo dia da polêmica prova, o programa exibiu por engano um ranking na Central do Líder contendo todos os jogadores e seus tempos, exceto Cowboy, ausente por ser o atual líder e, portanto, não participante. A lista mostrava Jonas Sulzbach liderando, causando especulações sobre a possível competitividade da próxima Prova do Anjo.
Enquanto isso, Cowboy e outros competidores discutiam o ocorrido diante da tela, tentando minimizar o impacto do vazamento e sugerindo que fosse uma tela de teste. No entanto, o episódio foi recebido com desconfiança pelo público e reforçou questionamentos sobre a lisura das provas.
Desigualdade na casa agrava tensão
Outro foco das críticas foi o tratamento diferenciado entre os participantes. Durante as compras do dia, quem estava no VIP teve acesso a uma variedade maior de comida e bebida mesmo com a casa no “Tá Com Nada”, condição de escassez proposta pelo programa. Os participantes da Xepa, porém, ficaram limitados à oferta mais simples disponibilizada pela produção.
Essa divisão evidente no acesso a recursos despertou debates sobre justiça dentro do confinamento e reforçou as impressões de que alguns competidores, como Cowboy, estariam sendo beneficiados em vários aspectos. A desigualdade, somada aos episódios das provas, ampliou a desconfiança entre os fãs do reality.






