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Deputado paranaense quer penas mais severas para golpistas de Whatsapp e Pix

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O números impressionam: em fevereiro deste ano, o Banco Central  contabilizou 408,6 milhões de chaves PIX ativas no Brasil. Com o crescimento do serviço, aumentam também os golpes utilizando essa forma de pagamento rápida, que pode ser feita todos os dias, a qualquer hora, usando apenas o telefone celular. Pensando nisso, o deputado federal Paulo Eduardo Martins (PL-PR), apresentou um projeto de lei que pretende punir de forma mais severa os bandidos que se utilizam do PIX.

O PL 970/ 2022 aumenta a pena do crime de extorsão quando a vantagem econômica indevida é obtida por meio do PIX. O projeto prevê também, pena mais severa para o crime de estelionato praticado por meio de serviço de mensagens instantâneas, como o Whatsapp. A pena máxima, de 4 a 10 anos, passaria a ser de 8 a 12 anos de reclusão.

De acordo com números do próprio Whatsapp, o Brasil é o segundo país com o maior número de usuários no mundo, com 120 milhões de contas. Fica atrás apenas da Índia. Um levantamento da empresa de segurança digital PSafe, estimou que, só em outubro de 2020, 453 mil pessoas tiveram o WhatsApp clonado ou tiveram a conta falsificada – uma média de 15 mil vítimas por dia.

Para Paulo Eduardo Martins, que é pré-candidato ao Senado pelo Paraná, diante deste cenário, é preciso estar atento, porque os tempos mudam, a tecnologia está aí para nos ajudar, mas os bandidos também se atualizam. “Todo mundo conhece alguém que já foi vítima de algum golpe pelo Whatsapp ou que quase caiu em um. Os registros de fraudes usando o pix também aparecem a toda hora. Por isso, temos que fechar o cerco para dificultar a vida da bandidagem, seja ela do tipo que for”.
 

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