Deputado Delegado Tito Barichello defende maior segurança para vigilantes e acompanha projeto que autoriza porte de arma fora do serviço
O debate sobre a segurança dos profissionais que atuam na segurança privada tem ganhado força em âmbito estadual e federal, com propostas que buscam garantir maior proteção a vigilantes.
O deputado estadual Delegado Tito Barichello, líder do Bloco Parlamentar de Segurança Pública na Assembleia Legislativa do Paraná, tem atuado fortemente para criar normas que elevam a segurança desses profissionais, principalmente ao acompanhar ações no Congresso Nacional.
Conforme informação divulgada pelo gabinete do deputado, Ele defende mudanças que valorizam a proteção da vida e da integridade física dos vigilantes, enquanto o Congresso analisa um projeto que reconhece os vigilantes como profissionais de risco concedendo o porte de arma fora do serviço.
Projeto estadual assegura vigilantes armados em atendimentos fora do expediente
O Projeto de Lei nº 757/2025, de autoria do Delegado Tito Barichello, propõe estabelecer normas suplementares para a segurança privada em ocorrências de disparo de alarmes em instituições financeiras no Paraná.
A proposta determina que os atendimentos fora do horário de expediente devem ser realizados exclusivamente por vigilantes armados, reforçando a proteção desses profissionais. Segundo o deputado, “o objetivo central é preservar a vida e a integridade física desses profissionais, garantindo também a segurança do patrimônio”.
O projeto fundamenta-se em princípios constitucionais como o direito à vida, segurança, dignidade da pessoa humana e valorização do trabalho, além da necessidade de reduzir riscos durante o exercício da função. Casos reais de violência contra vigilantes foram citados pelo parlamentar para justificar a urgência da medida.
Avanços no Congresso consideram vigilantes profissionais de risco com porte autorizado
No âmbito federal, a Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto que reconhece vigilantes como profissionais expostos a riscos, autorizando o porte de arma fora do serviço.
A proposta altera o Estatuto do Desarmamento e condiciona o benefício ao cumprimento de requisitos rigorosos, como vínculo ativo, formação específica e avaliação psicológica, sob fiscalização da Polícia Federal.
Embora aprovada na comissão, a proposta ainda precisa avançar em outras etapas para se tornar lei, o que reforça o acompanhamento do deputado Delegado Tito Barichello no Congresso.
Debate sobre segurança privada ganha destaque com foco na proteção dos profissionais
O avanço das propostas relacionadas à segurança privada evidencia a preocupação em equilibrar a proteção dos vigilantes e a legislação vigente no país. A iniciativa do deputado paranaense soma-se aos esforços nacionais para melhorar as condições de trabalho destes profissionais que dão proteção a instituições financeiras e outros estabelecimentos.
Ao defender a armamento e capacitação adequada, Barichello destaca que os vigilantes devem estar preparados para lidar com situações de risco, evitando exposições desnecessárias e fortalecendo a segurança coletiva.



