Um vídeo divulgado na tarde desta quinta-feira (9) pelo advogado criminalista Claudio Dalledone trouxe novos elementos da defesa do policial militar e influencer Junior Sancho Cambuhy, conhecido como Sancho Loko, preso em Curitiba durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Na gravação, o advogado afirma que a prisão em flagrante ocorreu em razão da posse de dispositivos de munição e duas granadas de efeito moral, destacando que os artefatos não possuem potencial letal. Segundo ele, não houve apreensão de entorpecentes nem qualquer menção a esse tipo de material durante a ação.
Dalledone também reforça que, após a prisão em flagrante, a Justiça decidiu converter a detenção em preventiva durante audiência de custódia. Para a defesa, a medida não se sustenta juridicamente. O advogado classifica a decisão como inadequada e afirma que não há fundamentos suficientes para manter o policial preso.
Ainda no vídeo, o criminalista informa que a defesa irá ingressar com um pedido de habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça do Paraná, com o objetivo de reverter a decisão. Ele sustenta que não há motivos que justifiquem a manutenção da prisão preventiva e demonstra expectativa de que a medida seja revista nas próximas instâncias.
O caso segue sob investigação das autoridades, enquanto a defesa busca a revisão da decisão judicial.
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