Curitibano expulso de padaria em São Paulo por usar notebook é preso pela PF

XV CURITIBA
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Foto: Reprodução

Em uma reviravolta impressionante que chama a atenção para os riscos associados ao mercado de criptomoedas, o empresário Alan de Barros, de 32 anos, encontra-se sob custódia da Polícia Federal após ser preso em uma operação contra fraudes com criptomoedas em Balneário Camboriú, Santa Catarina, nesta quarta-feira 28. O caso de Alan ganhou notoriedade alguns meses atrás, quando um vídeo de um incidente em que foi ameaçado e expulso de uma padaria em Barueri, na Grande São Paulo, viralizou na internet. O incidente, ocorrido no dia 31 de janeiro, mostrou Alan sendo confrontado pelo proprietário do estabelecimento por usar um notebook no local, um episódio que, à época, gerou ampla discussão nas redes sociais sobre a conduta em espaços públicos.

A prisão de Alan e de outros envolvidos faz parte da Operação Fast, iniciativa da Polícia Federal destinada a combater uma associação criminosa suspeita de aplicar golpes financeiros por meio de Tokens não Fungíveis (NFTs) e criptomoedas. Segundo as investigações, a fraude envolvia a oferta de uma criptomoeda, supostamente desenvolvida pela empresa de Alan, a Unimetaverso Gestão Ativos Digitais e Marketing Ltda., prometendo retornos financeiros superiores aos usuais no mercado. A promessa de lucros exorbitantes acabou atraindo cerca de 22 mil pessoas, resultando em um prejuízo estimado em R$ 100 milhões. Alan foi preso em Curitiba.

Apesar das graves acusações, a defesa de Alan de Barros se pronunciou firmemente contra as alegações. Em uma nota divulgada pelo advogado Leonardo Dechatnik, a defesa afirma que tanto Alan quanto sua empresa, a Unimetaverso Gestão Ativos Digitais e Marketing Ltda., “nunca foram” objeto de investigações prévias. A declaração busca lançar dúvidas sobre a operação da PF e a legitimidade das acusações, sugerindo que os fatos ainda precisam ser plenamente esclarecidos.

Este caso ressalta a complexidade e os desafios enfrentados pelas autoridades ao lidar com o crescente mercado de criptomoedas e ativos digitais. À medida que mais pessoas se aventuram nesse espaço em busca de altos retornos, a necessidade de vigilância e regulação torna-se cada vez mais evidente, especialmente para proteger investidores de esquemas fraudulentos que podem resultar em perdas significativas. A situação de Alan de Barros serve como um lembrete cautelar para aqueles que navegam no volátil mundo das criptomoedas, destacando a importância de realizar investimentos de maneira informada e segura.

Em uma reviravolta impressionante que chama a atenção para os riscos associados ao mercado de criptomoedas, o empresário Alan de Barros, de 32 anos, encontra-se sob custódia da Polícia Federal após ser preso em uma operação contra fraudes com criptomoedas em Balneário Camboriú, Santa Catarina, nesta quarta-feira. O caso de Alan ganhou notoriedade alguns meses atrás, quando um vídeo de um incidente em que foi ameaçado e expulso de uma padaria em Barueri, na Grande São Paulo, viralizou na internet. O incidente, ocorrido no dia 31 de janeiro, mostrou Alan sendo confrontado pelo proprietário do estabelecimento por usar um notebook no local, um episódio que, à época, gerou ampla discussão nas redes sociais sobre a conduta em espaços privados.

A prisão de Alan e de outros envolvidos faz parte da Operação Fast, iniciativa da Polícia Federal destinada a combater uma associação criminosa suspeita de aplicar golpes financeiros por meio de Tokens não Fungíveis (NFTs) e criptomoedas. Segundo as investigações, a fraude envolvia a oferta de uma criptomoeda, supostamente desenvolvida pela empresa de Alan, a Unimetaverso Gestão Ativos Digitais e Marketing Ltda., prometendo retornos financeiros superiores aos usuais no mercado. A promessa de lucros exorbitantes acabou atraindo cerca de 22 mil pessoas, resultando em um prejuízo estimado em R$ 100 milhões.

Apesar das graves acusações, a defesa de Alan de Barros se pronunciou firmemente contra as alegações. Em uma nota divulgada pelo advogado Leonardo Dechatnik, a defesa afirma que tanto Alan quanto sua empresa, a Unimetaverso Gestão Ativos Digitais e Marketing Ltda., “nunca foram” objeto de investigações prévias. A declaração busca lançar dúvidas sobre a operação da PF e a legitimidade das acusações, sugerindo que os fatos ainda precisam ser plenamente esclarecidos.

Este caso ressalta a complexidade e os desafios enfrentados pelas autoridades ao lidar com o crescente mercado de criptomoedas e ativos digitais. À medida que mais pessoas se aventuram nesse espaço em busca de altos retornos, a necessidade de vigilância e regulação torna-se cada vez mais evidente, especialmente para proteger investidores de esquemas fraudulentos que podem resultar em perdas significativas. A situação de Alan de Barros serve como um lembrete cautelar para aqueles que navegam no volátil mundo das criptomoedas, destacando a importância de realizar investimentos de maneira informada e segura.

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