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Com volta do guincho, 1,6 mil carros abandonados são retirados das ruas

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Quase 300 carcaças de veículos abandonados nas ruas sem pneus, sem rodas, com vidros quebrados e até utilizadas como depósito de lixo foram removidas por equipes da Superintendência de Trânsito (Setran) na cidade em 2018.

Outros 1.659 veículos em condições similares, também abandonados, foram retirados espontaneamente pelos donos desde que o serviço de guincho voltou a funcionar na cidade, no mês de março. "Estes são casos de veículos que ocupavam o espaço público, traziam transtornos para vizinhos e pedestres que pediram a ação do município. No entanto, quando o guincho chegava, os veículos não estavam mais no local, os donos já os haviam retirado por medo de serem multados”, explica o secretário da Defesa Social e Trânsito, Guilherme Rangel.

Essa foi uma percepção corriqueira dos agentes de trânsito ao longo do trabalho. “Quanto mais foi divulgado o serviço de guincho, mais esses veículos foram removidos espontaneamente”, conta o secretário.

A Regional Boa Vista foi a campeã em solicitações do cidadão e no trabalho da Setran: foram 62 veículos removidos com o guincho. Outros 317 foram retirados pelos responsáveis após notificação.

Reequilíbrio nas contas

A volta do serviço de guincho foi uma das novidades possíveis em 2018, na sequência do trabalho estruturado logo no início da atual gestão, no ano anterior. Outra mudança importante alcançada ao longo do ano foi na gestão dos processos e do atendimento ao público, aliada à modernização tecnológica, que têm possibilitado maior eficácia e menos demora nos serviços da Setran.

“Concretizamos a verdadeira regionalização dos serviços da Setran – disponíveis em sete Ruas da Cidadania”, lembra Rangel.

No ano passado, 85% dos atendimentos eram prestados na sede da Setran. “Essa concentração causava demora e morosidade no processo. Agora, 45% dos atendimentos já são feitos pelas regionais, mais perto das casas das pessoas e com mais rapidez”, compara ele.

A indicação de condutor, por exemplo, era uma informação processada em até quatro meses, em dezembro de 2017. Agora, é de no máximo um mês, de acordo com o órgão.

Já o tempo médio de análise de um processo de defesa, no caso de um condutor que foi multado, é de até quatro meses. Um ano atrás, esse prazo era pelo menos quatro vezes maior, chegando em muitos casos a 18 meses.

“Em dezembro de 2017 tínhamos um estoque de 65 mil processos de defesa a analisar, com demanda atrasada dos anos de 2014, 2015, 2016 e 2017”, pontua Rangel. Com a digitalização de todo o processo, a Setran projeta que o tempo médio de análise para 2019 seja de duas semanas.

Pelo novo site da Setran, no ar desde setembro, o usuário encontra informações de forma prática e simples, resolvendo diversas pendências com o órgão sem precisar sair de casa. Outra vantagem: agora, as multas de trânsito emitidas por agentes de trânsito e guardas municipais podem ser pagas por aplicativos de telefone ou pela internet, além dos terminais de autoatendimento e guias de caixas disponíveis pelas redes bancárias conveniadas.


A SETRAN EM 2018

De 4 meses para 30 dias: redução do tempo de processamento da indicação de condutor em multas de trânsito

4 vezes menos: redução no tempo para análise de um processo de recurso de multa

297 veículos abandonados nas ruas e recolhidos pela Setran

486: média mensal de placas implantadas na cidade, entre as novas confeccionadas e aquelas que foram substituídas

327: Média mensal de placas de trânsito recuperadas

973 tachões refletivos ou calotas implantados

110 mil metros quadrados de asfalto receberam nova pintura

16 novos semáforos implantados ao longo do ano

73.543 pessoas participaram de ações educativas de trânsito

16 alterações de sentido nas ruas para organizar o fluxo de veículos

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