Bolsonaro é levado ao hospital após apresentar vômitos e calafrios em Brasília

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi encaminhado ao Hospital DF Star, em Brasília, na manhã desta sexta-feira (13), após apresentar episódios de vômito e calafrios. A informação foi divulgada inicialmente pela Band e confirmada pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente.

De acordo com o parlamentar, Bolsonaro acordou passando mal e precisou ser levado para atendimento médico. Em uma publicação nas redes sociais, Flávio relatou que as primeiras informações indicavam que o ex-presidente havia tido calafrios e episódios intensos de vômito. Na mensagem, o senador também pediu orações para que o quadro não seja grave.

A situação também foi comentada pelo deputado Sóstenes Cavalcante, que afirmou ter recebido a notícia com preocupação. Em publicação na rede social X, o parlamentar disse estar em oração pela recuperação do ex-presidente e manifestou confiança no trabalho da equipe médica responsável pelo atendimento.

Bolsonaro enfrentou outros episódios recentes relacionados à saúde. No fim do ano passado, ele foi internado no mesmo hospital, onde passou por uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. Durante o período de internação, médicos também avaliaram um quadro persistente de soluços. Na ocasião, o ex-presidente foi submetido a uma endoscopia que identificou a presença de esofagite e gastrite.

Após receber alta hospitalar naquele período, Bolsonaro retornou para a Superintendência da Polícia Federal. Atualmente, ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão em decorrência da condenação relacionada à chamada trama golpista.

No início deste mês, em 5 de março, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, negar um novo pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do ex-presidente. O colegiado confirmou decisão individual do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo.

Além de Moraes, participaram do julgamento os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, em sessão virtual. Na ocasião, os advogados de Bolsonaro argumentaram que as condições da prisão não seriam adequadas para garantir o tratamento médico necessário, destacando que o ex-presidente possui comorbidades e histórico de complicações desde o atentado sofrido durante a campanha eleitoral de 2018.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde de Bolsonaro após a chegada ao hospital.

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