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Após defesa de Greca, Senado recebe projeto para o custeio do transporte de idosos pela União

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Foi protocolado no Senado Federal, nesta segunda-feira (13/12), o Projeto de Lei (PL n° 4392, de 2021) que institui o Programa Nacional de Assistência à Mobilidade dos Idosos em Áreas Urbanas (PNAMI). A medida sinaliza que o Congresso já deu andamento ao pleito de cidades na área do transporte, que teve o prefeito Rafael Greca como porta-voz, na semana passada, em Brasília, no Dia D de mobilização da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

“Porta-vozes das demandas dos cidadãos, os prefeitos conseguiram mostrar a Brasília a força que têm as cidades. E o parlamento se mostrou sensível ao nosso apelo, porque a contrapartida da União se faz necessária para o desenvolvimento sustentável do nosso país”, afirma o prefeito Rafael Greca.

De autoria dos senadores Nelsinho Trad (PSD/MS) e Giordano (MDB/SP), o projeto de lei prevê a garantia do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão do transporte público coletivo; e a assistência financeira aos estados, Distrito Federal e municípios que dispõem de serviços de transporte público coletivo urbano regular em operação.

Em seu artigo terceiro, o projeto destaca que “o Orçamento Geral da União deverá prever os recursos públicos necessários ao custeio do Programa Nacional de Assistência à Mobilidade dos Idosos em Áreas Urbanas (PNAMI)”.

Rafael Greca recebeu, nesta segunda, uma mensagem do presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), e prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, destacando a importância da participação do prefeito de Curitiba na mobilização em Brasília. “Sua presença e participação no Dia D foi fundamental. A união das prefeitas e prefeitos no Congresso Nacional foi indispensável para o êxito nas agendas, mostrando a força das médias e grandes cidades”.

Educação

A PEC 13/2021, que trata da aplicação dos 25% em educação não despendidos em 2020 e 2021, também fez parte das demandas apresentadas ao Congresso Nacional pelos prefeitos de capitais, médias e grandes cidades. O pedido é para que seja estendido para 2023 o prazo para que municípios possam aplicar o mínimo não cumprido durante o período da pandemia.

Na opinião dos administradores municipais, a PEC é uma alternativa temporária, que garante que os cerca de R$ 15 bilhões não gastos pelos municípios fiquem no ensino.

Um dos avanços na área do ensino, já considerados pelos prefeitos, foi a aprovação pela Câmara Federal, na quinta-feira passada (9/12), do substitutivo ao PL 3418/20, que ampliou o rol de profissionais que podem ser contabilizados nos 70% do Fundeb. O projeto, que ainda deverá ser levado à apreciação pelo Senado Federal, também autoriza o uso de recursos do Fundo para pagamento de psicólogos e assistentes sociais.

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