A unidade central do Hospital Nossa Senhora do Rocio, de Campo Largo (Região metropolitana de Curitiba) será reaberta. A governadora Cida Borghetti autorizou a reabertura da unidade, que está fechada desde 2014 e que agora passa a receber recursos do sistema público para atender a população pelo SUS. O contrato de prestação de serviços do governo com a unidade é de R$ 1,4 milhão ao mês.

O anúncio da medida foi anunciada nesta segunda-feira (18) durante reunião com o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi e com o diretor-presidente do hospital, Luiz Ernesto Wendler, no Palácio Iguaçu.

Com o apoio do Governo do Estado, o hospital reabilitará 25 dos 45 leitos de UTI para pacientes do SUS. “O Hospital Nossa Senhora do Rocio é referência em atendimento de saúde para a região. Já recebe pacientes de vários municípios e com a reativação da unidade do centro oferecerá um serviço ainda mais completo”, disse a governadora Cida Borghetti. “A nossa missão como Estado é apoiar as iniciativas que oportunizam mais qualidade no serviço público”, afirmou.

De acordo com o secretário de saúde a reativação do hospital deve acontecer em 15 dias. “Terá exclusividade de recursos estaduais neste início dos atendimentos. O próximo passo é encaminhar documentação ao Ministério da Saúde para que também reconheçam a excelência dos atendimentos e reabilitem os demais leitos”, explicou.

Para o secretário a reabertura significa mais suporte à saúde pública do estado. “É ordem da governadora é oferecer saúde para todos com qualidade”, afirmou.

A unidade do centro foi a primeira sede do Hospital do Rocio. Em 2014, foi fechada depois que fortes chuvas de granizo danificaram a estrutura física e equipamentos. No mesmo ano foi inaugurado o novo complexo, em outra área da cidade, com capacidade para realizar 4.000 atendimentos ao mês.

“O Hospital do Rocio antigo foi reformado e reestruturado dentro das normas de segurança e de vigilância sanitária”, declarou o diretor-presidente da instituição. Wendler destacou que os leitos de UTI serão destinados aos pacientes da cidade e região e para o atendimento geral do Estado. “A Unidade por estar na região central é mais acessível à população”, disse.

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